Trabalhamos com tradução literária e de não ficção do inglês e do espanhol. Nosso portfólio abrange áreas como literatura (ver potfólio), audiovisual (incluindo produções como Coisa Mais Linda, da Netflix), teatro (traduções para diversas peças dirigidas por Felipe Hirsch) e artes visuais (traduções para MASP, IMS, Museu Oscar Niemeyer e Bienal do Mercosul, dentre outros).

Oferecemos serviços de escrita criativa: redação jornalística, publicitária, ghostwriting e roteiro audiovisual. Também realizamos leituras críticas de originais e auxiliamos novos autores.

Antônio Xerxenesky é escritor e tradutor radicado em São Paulo, autor de As perguntas (Companhia das Letras, 2017) e F (Rocco, 2014), finalista do Prêmio São Paulo, além de outros três livros. Sua obra ficcional foi traduzida para o francês, o italiano e o espanhol.

Doutor em Teoria Literária (USP), Xerxenesky é professor de escrita criativa. Traduziu mais de vinte livros e publicou artigos em veículos como piauí, serrote e Folha de S. Paulo.

Foto: Rafael Roncato

Bruno Cobalchini Mattos é tradutor, jornalista e escritor. Atualmente, vive em Curitiba. Estudou Tradução e Línguas Modernas na Universidad Autónoma de Madrid e é graduado em Comunicação Social - Jornalismo (UFRGS).
Traduziu dezenas de livros, roteiros de cinema e textos para peças de teatro do inglês e do espanhol para algumas das principais editoras e produtoras do país. Como escritor, foi selecionado pela Biblioteca Pública do Paraná para integrar a coletânea de jovens autores Formas Breves (2017) e foi contemplado pelo Edital Emergencial de Literatura do Itaú Cultural (2020).

Foto: Leli Baldissera

 
 

Bruno Mattosm

Sol Artificial, de J.P. Zooey (DBA, previsto para 2020)

Prazer em queimar, de Ray Bradbury (Biblioteca Azul, 2020, com Antônio Xerxenesky)

Impérios, de Jane Burbank e Frederick Cooper (Crítica, 2019)

Tudo o que você precisa saber sobre ciência, de Federico Kukso (Planeta, 2019)

Liberdade Total, de Pablo Katchadjian (e-Galáxia, 2018)​

A terra é azul, de Sylvia A. Earle (SESI, 2018)

Pablo Escobar em flagrante, de Juan Pablo Escobar  (Planeta, 2017)

Estranhas criaturas, org. Neil Gaiman (Rocco, 2016, com Antônio Xerxenesky)

Flor da pele, de Javier Moro (Planeta, 2016)

Antônio Xerxenesky

Políticas do design, de Ruben Pater (Ubu, 2020)

Repórter, de Seymour Hersh (Todavia, 2019)

O romance luminoso, de Mario Levrero (Companhia das Letras, 2018)

Minha noite no século XX, de Kazuo Ishiguro (Companhia das Letras, 2018)

Não há lugar para a lógica em Kassel, de Enrique Vila-Matas  (Cosac Naify, 2015)

História prodigiosa, de Adolfo Bioy Casares (Globo, 2015)

O fundo do céu, de Rodrigo Fresán (Cosac Naify, 2014)

Asco, de Horacio Castellanos Moya (Rocco, 2013)

Trash, de Andy Mulligan (Cosac Naify, 2012)

O livro selvagem, de Juan Villoro (Companhia das Letras, 2011)

 

Antônio Xerxenesky ministra com frequência cursos de escrita criativa, crítica cultural e literatura em locais como Lugar de Ler e Casa do Saber. Ministrou curso sobre literatura e videogames no SESC-SP e na Casa das Rosas.

Em 2015, na cidade de Seattle/WA (EUA), deu um workshop ao lado da escritora austríaca Teresa Präauer. No mesmo ano, em parceria com o nigeriano Samuel Kolawole, deu um curso a distância de escrita para alunos jovens da Gâmbia e do Quênia transmitido online em inglês.

Bruno Mattos mediou em 2016 a mesa Trainspotting: 20 anos depois, com participação de Irvine Welsh e Daniel Pellizzari, durante a programação da editora Rocco na FLIP. Nos últimos anos, ministrou cursos na área de cultura, dentre os quais se destacam Islândia: Tradição e Vanguarda, no Studio Clio, e Madri, Capital do Reino de Espanha, no Casamundi Cultura (ambos em Porto Alegre).

Antônio Xerxenesky, além da carreira de ficcionista, como autor da Companhia das Letras, já trabalhou em tempo integral como redator no Instituto Moreira Salles e na editora Cosac Naify.

Na área audiovisual, foi roteirista na produtora Glaz e assistente de desenvolvimento na RT Features.

Bruno Mattos publicou artigos, ensaios críticos e entrevistas nas revistas Noize, Galileu e Superinteressante, nos jornais Cândido e Zero Hora e nos sites do Instituto Moreira Salles e das editoras Rocco e Cosac Naify, dentre outros. Desde  2014,  atua como redator do Fronteirinhas, projeto que integra o Fronteiras do Pensamento. Participou de diversas coletâneas de contos, e desde 2020 atua como ghost writer para livros de não ficção.

 

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